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"ESSE BLOG É PARA QUE AMA A EDUCAÇÃO ASSIM COMO EU.."

"Bofete terra querida..."

CARTA DA TERRA - 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

12º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE "EDUCAÇÃO 2010"

21 A 23 DE JULHO- SOROCABA - TEMA: EDUCAÇÃO E DISCIPLINA
ABERTURA COM CARLINHOS DE JESUS (DISCIPLINA NA DANÇA) E COM A PRESENÇA DE VÁRIOS EDUCADORES: CESAR NUNES, YANN DUZERT, LUIZ ALMEIDA MARINS FILHO, MALCOLM MONTGOMERY, PAULO STORANI, DR. ANTÔNIO CARLOS MALHEIROS, TONI VAZ, JOÃO SIGNORELLI, CELSO ANTUNES, MARIA TEREZA MALDONADO, MIGUEL ARROYO, E JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES((TÉCNICO BI-CAMPEÃO OLÍMPICO)


























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sábado, 24 de julho de 2010

A PUNIÇÃO SEM EDUCAÇÃO - POR: WILMAR MARÇAL



Em outras épocas, quando educar era construir cidadania, a falha, o erro e as atitudes erradas, especialmente numa criança, eram corrigidas com a punição da palmada. O tempo passou, a população aumentou e os costumes mudaram. E como mudaram! Porém, cada pai e cada mãe sabem muito bem educar seus filhos. O estado não precisa interferir, exceto em situações onde as crianças correm riscos. Mas isso são outros quinhentos, como diziam nossos queridos antepassados.

O foco atualmente é debater outra situação, muito comum nas cidades hoje em dia, sobretudo nas grandes cidades, como é, por exemplo, o caso de Curitiba e região metropolitana. É preciso discutir e encontrar melhores soluções para uma situação muitas vezes injusta: a indústria das multas de transito. O que se percebe nos dias atuais é uma voraz intenção premeditada de punir, punir e punir. Porém punir com a força da arrecadação. Há centenas de radares na capital paranaense com o propósito evidente de arrecadar. Isso mesmo: arrecadar. Nada de educativo. Os “entendidos” em sistema viário só enxergam os ponteiros das cifras. Não são capazes de aceitar que há situações de risco, onde muitas vezes se acelera para fugir de perigos e assaltos. Não propagam campanhas educativas em localidades vulneráveis. Não divulgam ações que possam envolver as comunidades em mutirões de aprendizado. Só querem as faturas pagas e o dinheiro em caixa. Os “especialistas” do transito, muitas vezes com canetas pesadas, mas nenhuma experiência técnica, só elaboram as planilhas das previsões de arrecadação. Nada de prevenção. Esquecem ou fingem que não sabem que a cidade cresceu, o número de veículos muito mais ainda e que a geometria das ruas e avenidas são as mesmas. É um fluxo exagerado em locais estáticos. Não há milagres. Faltam consciência e paciência de nossos gestores. Acham que punir com multas vai melhorar a educação no transito. Ora, ledo engano. O próprio nome já diz: educação significa educar com ação. Enquanto tivermos as intenções obscuras das vultosas quantias nos cofres, originadas pelas incontáveis multas, sobretudo em épocas de eleições, não teremos sucesso em melhorias. Se ainda persistir essa demanda maldita de recolher, vamos reagir e também formar um mutirão do esclarecimento. Vamos recolher também. Recolher informações tais como: para onde vai todo esse dinheiro originado das multas? É bem possível que uma auditoria séria nas arrecadações e circunstancias que as mesmas são elaboradas possam responder a essa e tantas outras perguntas e dúvidas. A população deve se unir sim, cobrar dos representantes o destino dessa sangrenta e contundente mania de punir pelo bolso. Educação e bom-senso são fundamentais e nós gostamos. Honestidade com o dinheiro público, mais ainda.

* Wilmar Marçal é professor universitário e ex-reitor da UEL./Pr.Enviar para o Twitter

terça-feira, 20 de julho de 2010

FELIZ DIA DO AMIGO !




Mensagem

Amigo é um Anjo que está sempre ao nosso lado mesmo que na distância.

É aquele que compartilha nossas alegrias e minimiza nossas tristezas.

É aquele que se cala nas horas certas e dentro desse silêncio nos diz tudo...

É aquele que nos aceita, não pelo que temos mas pelo que somos!

Amigo verdadeiro é Anjo, é Paz, é Tudo.


Feliz Dia do Amigo!Enviar para o Twitter

A educação nas escolas de agora


Vivemos em um tempo marcado por avanços científicos e tecnológicos que nos obrigam a procurar propostas educacionais capazes de formar os alunos para a vida, o trabalho, o lazer, a conquista de seu espaço e a vivência plena de sua cultura. Na esfera da educação escolar pública, nos são impostos múltiplos desafios. Todavia, considerando-se a prioridade e a urgência, um deles se destaca e se impõe: oferecer educação escolar a todos e por meio de uma proposta educativa que responda com qualidade às exigências atuais.

Para tanto, a educação escolar brasileira necessita implementar um currículo que tenha como ponto de partida a realidade imediata e a cultura local e, como objetivo final, a construção, aquisição e ampliação de conhecimentos. A escola do futuro se faz com a escola do presente, e o agora agrega no seu contorno o passado, como história e memória de saberes, e o futuro, como projeto e desejo do que se quer aprender.

Afirmar que agora é a hora da escola é ter como premissa básica que o que se vive é o que se aprende. Ou seja, durante a vida escolar, é impossível ensaiar ou improvisar, uma vez que a relação entre os sujeitos e o objeto de conhecimento é vivida na dimensão real e concreta.
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Na escola do presente, a relação professor-aluno tem papel fundamental no processo educativo, mas depende do clima estabelecido, da capacidade de ouvir e discutir o nível de compreensão dos educandos e da criação da ponte entre o conhecimento do aluno e o da escola. Portanto, a troca de experiências na busca da aquisição de novos conhecimentos e novos caminhos a serem seguidos é essencial.

Para enfrentar esse desafio, a escola precisa dar conta da realidade presente e estar atenta ao seu entorno, visto que trabalha com tempos de médio e longo prazo. Ela deve estar aberta ao mundo em que conhecimento, opiniões, manifestações artísticas e culturais circulam e se transformam com rapidez por meio de diferentes linguagens.

Para construir alternativas de ação, planos e passos para a educação, avaliando continuamente o processo e os resultados, a escola do presente deve desenvolver um trabalho coletivo, com base na leitura dos limites e possibilidades do contexto escolar. É nesse cenário que são organizados os projetos pedagógicos, levando-se em conta a identidade da escola, porém vinculados com diretrizes mais amplas, definidas no campo social.

Educar é uma atuação mais abrangente do que ensinar e transmitir informações — compreende uma reflexão sobre os valores subentendidos no conhecimento adquirido. A escola, então, é o lugar em que se entrelaçam o ser, o conviver, o saber e o fazer, a produção intelectual e o conhecimento advindo do entorno social. É o espaço, portanto, onde se aprende a articular saberes para usá-los na resolução dos conflitos que se apresentam na realidade concreta.

Nessa direção, o Agora Sistema de Ensino — novo sistema de ensino da Editora Saraiva voltado para as escolas públicas — apresenta sua proposta pedagógica como movimento e reflexão, buscando ancorar o caminhar educativo na aplicabilidade de cada escola. O material evidencia os valores, os conceitos de sociedade, humanidade, cidadania, educação e cultura, privilegiando o encantamento e o prazer em aprender para a formação de cidadãos livres e críticos.

O material proporciona possibilidades didáticas de aproximação entre o cotidiano e o contexto escolar, já que alguns conhecimentos, embora presentes no dia a dia, nem sempre se desvendam de forma a permitir a apreensão de seus conceitos e valores fundamentais.

A compreensão dos conceitos, procedimentos e atitudes demanda do educando um exercício de reflexão, colocando-o como sujeito ativo do processo. Desse modo, o fazer didático exige uma atuação diferenciada do docente, que permitirá que o aluno possa desenvolver, de forma autônoma, a compreensão de outras formas em que tais conteúdos se manifestam.

Por: Francisca Romana Giacometti Paris
* Diretora pedagógica do Agora Sistema de Ensino, pedagoga e mestra em educação e ex-secretária de Educação de Ribeirão Preto (SP)Enviar para o Twitter